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FacturaSend (PT)

FacturaSend — Quaza

FacturaSend — middleware fiscal para emissão de Documento Eletrônico Paraguai

O FacturaSend é o intermediário técnico que conecta o Quaza ao SET/SIFEN (Paraguay). Quaza envia dados de fatura, FacturaSend assina e transmite, SET valida e aprova/rejeita.

O que é FacturaSend

O FacturaSend é o intermediário técnico entre o Quaza e a SET (Subsecretaria de Estado de Tributação - Paraguai). Quando você emite uma fatura eletrônica no Paraguai, o Quaza envia os dados ao FacturaSend, que assina digitalmente, transmite à SET e devolve o XML aprovado. É camada de abstração — Quaza não fala diretamente com SET.

Analogia: FacturaSend tá pra Paraguai assim como SEFAZ Virtual tá pra Brasil — um middleware que cuida da parte chata da comunicação fiscal.

Como funciona a integração

Quaza ↔ FacturaSend ↔ SET. Quaza envia JSON com dados da fatura, FacturaSend converte pra XML/SET, transmite, devolve resposta + CDC (Código de Control). Tudo via API REST autenticada.

Etapa Quem faz
Cliente compra serviço/produto Quaza registra contrato
Gera fatura Quaza
Envia JSON ao FacturaSend Quaza → FacturaSend
Assina digital + transmite à SET FacturaSend
SET valida + autoriza/rejeita SET
Devolve resultado SET → FacturaSend → Quaza
Quaza salva CDC + libera PDF Quaza

Glossário

Termo Significado
FacturaSend Intermediário fiscal para Paraguai.
SET Subsecretaría de Estado de Tributación (Paraguai).
SIFEN Sistema Integrado de Facturación Electrónica Nacional (rede da SET).
CDC Código de Control — equivalente à chave de acesso da NFe.
DE Documento Electrónico — termo genérico no Paraguai.
RUC Registro Único de Contribuyentes — equivalente CNPJ.
KuDE Representação visual do DE (equivalente DANFE).
Token CSC Credencial de autenticação do FacturaSend.
Timbrado Número de autorização de emissão concedido pela SET.

Fluxo de envio

FATURA ELETRÔNICA PARAGUAI — FLUXO ──────────────────────────────────── 1. Quaza monta JSON da fatura │ ▼ 2. POST → FacturaSend API (REST) ┌──────────────────────────┐ │ Header: token CSC │ │ Body: dados da fatura │ └──────────────┬───────────┘ │ ▼ 3. FacturaSend: valida + assina XML + envia à SET │ ▼ 4. SET responde (síncrono ou async) │ ┌────────┴────────┐ ▼ ▼ Aprobado Rechazado (CDC + XML) (motivo) │ │ ▼ ▼ 5. Quaza salva CDC Quaza marca erro │ │ ▼ ▼ 6. Gera KuDE PDF Operador corrige 7. Envia ao cliente e reemite

Documentos suportados

  • Factura eletrônica (modelo 01)
  • Auto-factura (modelo 02)
  • Nota de crédito (modelo 05)
  • Nota de débito (modelo 06)
  • Nota de remisión (modelo 07)
  • Comprobante de retención (modelo 04)

Pegadinhas frequentes

1. Token CSC expirado. FacturaSend rejeita = nada é transmitido. Configure renovação automática.
2. RUC do cliente errado. SET valida; rejeita se inválido.
3. Numeração de timbrado esgotando. Solicite novo bloco à SET antes de acabar.
4. KuDE não enviado ao cliente. Configurar envio automático por email após autorização.
5. Cancelamento fora do prazo. SET aceita CDC dentro de prazo (48h). Após, só nota de crédito.

FAQ

Quaza emite direto na SET sem FacturaSend?

Não — FacturaSend é obrigatório. Camada abstração que cuida de detalhes técnicos.

Custo do FacturaSend?

Por documento ou plano mensal. Consulte FacturaSend.

Posso emitir teste antes de produção?

Sim — modo "teste" no FacturaSend não consome timbrado.

Multi-empresa funciona?

Sim — cada empresa tem seu token CSC isolado.

Documento rejeitado: como ver motivo?

FacturaSend retorna código de erro + descrição. Veja log no Quaza.

Boas práticas operacionais

Esta seção reúne hábitos que provedores experientes adotam pra evitar problemas recorrentes neste módulo. Aplicação consistente faz diferença grande no longo prazo — diferença entre operação caótica e operação previsível.

Revisão periódica

Reserve 30 minutos por semana pra revisar o estado do módulo: o que rodou, o que falhou, o que ficou pendente. Anomalia detectada cedo custa 10x menos que descoberta tarde.

Documentação de procedimentos

Crie checklists internos pra operações recorrentes — abertura/fechamento do mês, processamento em lote, correção de inconsistências. Não dependa de quem "sabe de cabeça" — funcionário pode sair, ficar doente, ter dia ruim.

Backup antes de operações em massa

Qualquer mudança que afete 100+ registros deve ser precedida de backup ou export. Restaurar uma alteração massiva equivocada é caro; prevenir é simples.

Comunicação com cliente

Mudanças que impactam o cliente (preço, cobrança, regra) devem ser comunicadas com antecedência. Cliente surpreendido reclama; cliente avisado entende.

Indicadores acompanhados

Defina 2-3 indicadores que medem a saúde do módulo. Acompanhe semanalmente. Quando algum sai do range esperado, investigue antes de virar problema visível.

Checklist operacional

Use este checklist como referência rápida para garantir que o módulo está sendo operado corretamente:

  • Configuração inicial validada — todos os campos obrigatórios preenchidos, permissões atribuídas, integrações testadas
  • Equipe treinada — pelo menos dois operadores sabem operar; redundância previne paralisação
  • Procedimento documentado — passo a passo de operações recorrentes disponível em local acessível
  • Backups em dia — backup automático rodando, último restore testado nos últimos 90 dias
  • Monitoramento ativo — alertas configurados para falhas críticas, logs sendo revisados semanalmente
  • Plano de contingência — se o módulo cair, equipe sabe como operar manualmente até voltar
  • Auditoria periódica — revisão mensal de inconsistências; trimestral de eficiência operacional
  • Documentação de mudanças — alterações relevantes registradas (data, autor, motivo, impacto)

Indicadores típicos a acompanhar

Cada provedor define seus próprios KPIs, mas alguns são quase universais para este tipo de operação:

  • Volume mensal processado (registros, transações, eventos)
  • Taxa de erro (% de operações que falharam)
  • Tempo médio de resposta/processamento
  • Cobertura (% da carteira atendida pelo módulo)
  • Satisfação operacional (feedback da equipe que usa)

Compare valores atuais com média dos últimos 3 meses. Variação maior que 20% em qualquer direção merece investigação — pode ser melhoria sustentável ou degradação silenciosa.

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